<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><mads xmlns="http://www.loc.gov/mads/" xmlns:mods="http://www.loc.gov/mods/v3" xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" xmlns:xsi="http://www.w3.org/2001/XMLSchema-instance" xsi:schemaLocation="http://www.loc.gov/mads/
	mads.xsd"><authority><topic authority="https://r020.com.ar/tematres/demo/">Licor</topic></authority><related type="narrower"><topic>Açaí</topic></related><related type="narrower"><topic>Açaí</topic></related><related type="narrower"><topic>Carambola</topic></related><related type="narrower"><topic>Jenipapo</topic></related><related type="narrower"><topic>Menta</topic></related><related type="narrower"><topic>Morango</topic></related><related type="narrower"><topic>Pitanga</topic></related><related type="other"><topic>Água</topic></related> <note type="history" xml:lang="">São bebidas destiladas doces, de variados coloridos e sabores os mais diversos. Começaram a ser fabricados durante a Idade Média, por alquimistas e médicos que lhes atribuíram qualidades afrodisíacas medicinais, de filtros amorosos, etc. Através dos séculos, tanto foram conhecidos como bálsamos, elixires e óleos, como licores e cordiais. Sua variedade é enorme, mas têm em comum o alto teor de açúcar, sempre superior a 2,5%. No Brasil fabricam-se licores de diversas frutas nativas, como a pitanga, o açaí, a carambola, etc. o licor de jenipapo fabricando pelas freiras do convento da Lapa do Desterro em Salvador é uma das especialidades. </note></mads>